Se for Tu-Sabes-Quem que estiver a ler isto, bem, então não faz mal. Mas se for Tu-Sabes-Quem, então é melhor fechares já esta página, ou então Tu-Sabes-Quem vai dar-te um Tu-sabes-o-quê no Tu-sabes-onde. Entendeste?
Eu sei que não acreditas em fadas nem em nada do género, assim, o mais o provável é não acreditares que uma fada possa transformar-te num sapo se continuares a ler isto. Mas aposto que acreditas em martelos e aposto que acreditas que tenho um e aposto que acreditas que eu sei onde está a tua cabeça. Por isso, digamos que as fadas não devem ser a tua maior preocupação se continuares a ler.
Eu como tua amiga gosto de te ver a apaixonar novamente, gosto mesmo. Gosto de te ver feliz novamente (mas não é feliz de felicidade, porque isso tu já és. É com aquele brilho especial que se tem quando se está apaixonado), gosto que tenhas novamente aqueles sorrisos parvos na cara mesmo que não sejam provocados por mim. Gosto desta tua nova jornada.
Mas tenho que admitir que pensei que isto nunca fosse acabar, o nosso sentimento nunca fosse acabar. Bem, não digo que seja acabar, porque sei que tudo acaba mas fui ingénua ao pensar que mesmo que não estivéssemos juntos, o que em parte sentíamos um pelo outro iria perdurar um pouco mais no tempo. Como vemos nos filmes românticos. A forma como eles se apaixonam, com toda aquela imensidade, profundidade tremenda e mesmo com os anos o sentimento não acaba, continua a existir igualizinho ao primeiro dia em que se viram.
Mas tudo acaba, não é verdade? Aliás, o tempo é um bom ajudante e a distância um bom factor... Tu, em parte, já conseguiste e eu com o tempo vou conseguindo cada vez mais. Vou tirar-te completamente de mim. Mas não tiro o grande sentimento de amizade que tenho por ti. Isso, por mais que eu quisesse tirar não conseguia. Sabes que terás sempre aqui uma amiga, espero que vejas em mim uma grande amiga, é só o que eu espero. Felicidades pequeno pónei*

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