domingo, 28 de outubro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
Eu sabia que um dia tinhas que ir, mas não sabia que seria hoje. Nós nascemos para morrer, essa é a verdade, mas não pensei que fosse já. Mesmo com Alzheimer tu eras forte, tinhas força dentro de ti tio Lucas. Já tinhas alguma idade é verdade, mas ninguém queria que tu partisses tio. Ninguém se habituou à ideia ainda, mas com o tempo iremos chegar lá. Mas sabe, você acabou por juntar a família, mesmo não sabendo.
Não existem palavras para exprimir o que se sente neste momento, não existem razões que nos aliviem quando alguém nos deixa.
Ele morreu. E eu pergunto. Quem somos nós? O que andamos a fazer com as nossas vidas? queixamos-nos de tudo e mais alguma coisa, somos mesquinhos, tão pequenos, tão efémeros que nem temos noção disso. Preocupamos-nos mais com o namoro que acabou, com a outra ter silicone e vocês serem tábuas, com o carro da vizinha, a casa do namorado da amiga, a sorte dos outros, a celulite que não desaparece, as estrias que teimam em ser mais do que o número de sapatos que têm no armário. Discutimos por tão pouco. E saber que passamos a vida a chorar e achar que morremos quando as relações terminam e depois levamos pontapés na cabeça, no coração e na alma quando estas coisas nos acontecem. Ele foi embora da terra mas continua cá nos nossos corações.
‘Nunca é tarde demais, nem cedo demais para as pessoas se revelarem.
Nunca é tempo demais para as pessoas se conhecerem. Nunca há tempo que seja suficiente. Há sempre desculpa por ser cedo demais e sempre desculpa por ser tarde demais.Por isso, casa passado 10 anos. Casa passado 2 dias. Trai passado 10 horas, trai passado 2 anos’
Não existem palavras para exprimir o que se sente neste momento, não existem razões que nos aliviem quando alguém nos deixa.
Ele morreu. E eu pergunto. Quem somos nós? O que andamos a fazer com as nossas vidas? queixamos-nos de tudo e mais alguma coisa, somos mesquinhos, tão pequenos, tão efémeros que nem temos noção disso. Preocupamos-nos mais com o namoro que acabou, com a outra ter silicone e vocês serem tábuas, com o carro da vizinha, a casa do namorado da amiga, a sorte dos outros, a celulite que não desaparece, as estrias que teimam em ser mais do que o número de sapatos que têm no armário. Discutimos por tão pouco. E saber que passamos a vida a chorar e achar que morremos quando as relações terminam e depois levamos pontapés na cabeça, no coração e na alma quando estas coisas nos acontecem. Ele foi embora da terra mas continua cá nos nossos corações.
‘Nunca é tarde demais, nem cedo demais para as pessoas se revelarem.
Nunca é tempo demais para as pessoas se conhecerem. Nunca há tempo que seja suficiente. Há sempre desculpa por ser cedo demais e sempre desculpa por ser tarde demais.Por isso, casa passado 10 anos. Casa passado 2 dias. Trai passado 10 horas, trai passado 2 anos’
Austin City Limits. Music Festival
Está um dia perfeito em Austin, desde tarde até agora. Agora o sol se põe. Cai a noite e a lua começa a brilhar. Aquelas cores do fim de tarde com um conjunto de músicas perfeitas... está lindo. Faz-me querer voltar aos dias de SuperBock, voltar a ir a um Festival.
Estou a adorar o concerto dos Florence and the Machine. Que voz que a Florence Welch tem... bolas.
Estou a adorar o concerto dos Florence and the Machine. Que voz que a Florence Welch tem... bolas.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Hoje deu-me para isto...
"As coisas vulgares que há na vida não deixam saudades,
só as lembranças que doem ou fazem sorrir
só as lembranças que doem ou fazem sorrir
Há gente que fica na história, da história da gente
e outras de quem nem o nome lembramos ouvir
e outras de quem nem o nome lembramos ouvir
São emoções que dão vida à saudade que trago
Aquelas que tive contigo e acabei por perder
Há dias que marcam a alma e a vida da gente e aquele em que tu me deixaste não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha, já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade que o fogo do amor sob chuva, há instantes morrera
gritava à cidade que o fogo do amor sob chuva, há instantes morrera
A chuva ouviu e calou meu segredo à cidade e eis que ela bate no vidro trazendo a saudade"
Subscrever:
Mensagens (Atom)











